Donde vais Pobre Anjo, Caminhando ao encontro do Desconhecido, Rumo ao Infinito... Infinita é a solidão, que o coração dos Humanos sentem, Em noites vazias.. Claras sao as manhas em que o custo de se levantar faria apagar as esperanças, Mais uma chama ainda resta e esta é demasiada pra que sigamos em Frente.
Um comentário:
Oi Karina!
Parabéns pelos poemas, muito legais
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